Alimentação saudável e atividade física

Quando se discute o tratamento para controle de peso com seus pacientes, a adoção de uma alimentação saudável e de hábitos de atividade física deve ser sempre incluída em qualquer conversa potencial sobre as opções de tratamento médico ou cirúrgico disponíveis.1


Os pacientes que têm lutado com excesso de peso podem levar algum tempo para adotar novos hábitos saudáveis. Ao se aproximar do tema de hábitos alimentares saudáveis e atividade física com seus pacientes, foque em etapas realistas que seu paciente possa realizar para mudar seu estilo de vida.

Alimentação saudável e atividade física


Quando se discute o tratamento para controle de peso com seus pacientes, a adoção de uma alimentação saudável e de hábitos de atividade físicadeve ser sempre incluída em qualquer conversa potencial sobre as opções de tratamento médico ou cirúrgico disponíveis.1
 

 

Os pacientes que têm lutado contra o excesso de peso podem levar algum tempo para adotar novos hábitos saudáveis. Ao se aproximar do tema de hábitos alimentares saudáveis e atividade física com seus pacientes, foque em etapas realistasque seu paciente possa realizar para mudar seus estilo de vida.

Sua conversa sobre hábitos alimentação saudável e atividade física começou na seção perguntas iniciais. Você pode retomar esse debate por reafirmando ou resumindo as respostas à essas perguntas.

 

Os pacientes devem ser encorajados a manter um diário alimentar e de atividade física para manter registrado todos os alimentos e bebidas que consomem. Além disso, peça que eles registrem coisas como:2
 

  • Nível de fome antes e depois da alimentação
  • Tempo gasto com atividade e quais tipos de atividade física
  • Sentimentos gerais sobre as mudanças do estilo de vida que eles estão fazendo

 

Os pacientes devem ser encorajados a levar o diário em cada consulta para discutir padrões gerais.

 

É importante que os profissionais de saúde incentivem seus pacientes com feedbacks positivos quando o progresso for reconhecido.
 

Visão geral das opções de tratamento

Visão geral das opções de tratamento

Discutindo e explorando

Visão geral das opções de tratamento

 

Uma conversa sobre o gerenciamento clínico de peso deve ajudar os pacientes a entender:

 

  • As opções de tratamento disponíveis
  • Potencial impacto positivo nas comorbidades relacionadas com o peso
  • Metas de tratamento e expectativas realistas
     
Desenvolvimento de planos de tratamento individualizado
Obese women and men who are desperate to lose weight cannot expect to lose weight in a month. HCPs must help them set the right pace of their treatment.

Desenvolvendo planos de tratamento individualizado

Maneiras de desenvolver planos de tratamento adaptados às necessidades individuais

Desenvolvendo Planos Individualizados de Tratamento

 

Assim como o estabelecimento da meta, o ritmo de tratamento que cada paciente segue, como perda de peso ou manutenção do peso, deve ser dependente de fatores individuais.7

Considere o histórico de peso e a atual situação de cada paciente para determinar um plano de acompanhamento para tratamento.

Os planos de acompanhamento devem incluir:4

  • Assistência em identificar causas e barreiras adicionais para a mudança de peso
  • Fornecimento de recursos educacionais confiáveis
  • Encaminhamentos a profissionais de saúde apropriados
  • Programar consultas para controle de peso (veja abaixo orientação adicional)
     

Discutindo Tratamentos

Alguns pontos de discussão e perguntas que você pode considerar:

  • O desenvolvimento de hábitos de alimentação saudável é uma parte significativa do tratamento para perda de peso. É importante fazer os tipos de mudanças que você consiga manter a longo prazo
  • Para ajudar a alcançar suas metas, vamos discutir sua ingestão alimentar diária e algumas alterações que você pode fazer para facilitar o controle de peso. Uma das melhores maneiras de começar é anotar tudo aquilo que você come e bebe todos os dias em um diário ou usando tecnologia. Quais tipos de experiências você tem com registro?
  • Também podemos discutir algumas das opções médicas disponíveis para o seu caso
  • Estamos aqui como uma equipe para ajudar você a criar o plano certo e auxiliá-lo conforme você progrida para o alcance de seus metas
     
Agendamento de consultas individuais

Agendando consultas de controle do peso

Orientação para agendar as consultas futuras
de controle de peso

Agendamento de consultas de controle do peso

 

Pacientes com obesidade convivem com uma doença crônica, portanto se faz necessário consultas frequentes e recorrentes para monitorar o progesso e fazer ajustes ao tratamento, se necessário.

A prática indica que visitas frequentes para discutir mudanças comportamentais podem ter efeitos positivos e significativos no controle de peso e complicações.5

 

Abordagens para uma alimentação mais saudável e aumento da atividade física
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MATERIAL DO PACIENTE

Abordagens para uma alimentação mais saudável e aumento da atividade física

 

 

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Abordagens para uma alimentação mais saudável e aumento da atividade física


Para mais informação sobre como incorporar essa ferramenta em suas conversas sobre obesidade, consulte Discutindo as opções de tratamento.

 

 


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Materiais dos pacientes


Referências:

1. World Health Organization. Obesity: preventing and managing the global epidemic. Report of a WHO consultation. World Health Organ Tech Rep Ser. 2000;894:1-253. 2. American Medical Association. AMA adopts new policies on second day of voting at annual meeting. http://www.ama-assn.org/ama/pub/news/news/2013/2013-06-18-new-ama-policies-annual-meeting.page. Accessed March 11, 2015. 3. Mechanick JI, Garber AJ, Handelsman Y, Garvey WT. American Association of Clinical Endocrinologists' position statement on obesity and obesity medicine. Endocr Pract. 2012;18(5):642-648. 4. Allison DB, Downey M, Atkinson RL, et al. Obesity as a disease: a white paper on evidence and arguments commissioned by the Council of the Obesity Society. Obesity. 2008;16(6):1161-1177. 5. Jensen MD, Ryan DH, Apovian CM, et al; American College of Cardiology/American Heart Association Task Force on Practice Guidelines; Obesity Society. 2013 AHA/ACC/TOS guideline for the management of overweight and obesity in adults: a report of the American College of Cardiology/American Heart Association Task Force on Practice Guidelines and The Obesity Society. J Am Coll Cardiol. 2014;63(25 pt B):2985-3023. 6. Ng M, Fleming T, Robinson M, et al. Global, regional, and national prevalence of overweight and obesity in children and adults during 1980-2013: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2013. Lancet. 2014;384(9945):766-781. 7. Guh DP, Zhang W, Bansback N, Amarsi Z, Birmingham CL, Anis AH. The incidence of co-morbidities related to obesity and overweight: a systematic review and meta-analysis. BMC Public Health. 2009;9:88. 8. Must A, Spadano J, Coakley EH, Field AE, Colditz G, Dietz WH. The disease burden associated with overweight and obesity. JAMA. 1999;282(16):1523-1529. 9. Li C, Ford ES, Zhao G, Croft JB, Balluz LS, Mokdad AH. Prevalence of self-reported clinically diagnosed sleep apnea according to obesity status in men and women: National Health and Nutrition Examination Survey, 2005-2006. Prev Med. 2010;51(1):18-23. 10. Bhaskaran K, Douglas I, Forbes H, dos-Santos-Silva I, Leon DA, Smeeth L. Body-mass index and risk of 22 specific cancers: a population-based cohort study of 5.24 million UK adults. Lancet. 2014;384(9945):755-765. 11. Prospective Studies Collaboration, Whitlock G, Lewington S, et al. Body-mass index and cause-specific mortality in 900 000 adults: collaborative analyses of 57 prospective studies. Lancet. 2009;373(9669):1083-1096. 12. Hopman WM, Berger C, Joseph L, et al. The association between body mass index and health-related quality of life: data from CaMos, a stratified population study. Quad Life Res. 2007;16(10):1595-1603. 13. Finkelstein EA, Trogdon JG, Cohen JW, Dietz W. Annual medical spending attributable to obesity: payer- and service-specific estimates. Health Aff (Millwood). 2009;28(5):w822-w831. 14. Obesity Education Initiative; National Heart, Lung, and Blood Institute; National Institutes of Health; US Department of Health and Human Services. Clinical Guidelines on the Identification, Evaluation and Treatment of Overweight and Obesity in Adults: The Evidence Report. Bethesda, MD: National Institutes of Health; 1998. NIH publication 98-4083. 15. IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa Nacional de Saúde 2013. http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv94074.pdf. Acessado em Fevereiro/2016. 16. Sydall HE, Martin HJ, Harwood RH, Cooper C, Sayer AA. The SF-36: a simple, effective measure of mobility-disability for epidemiological studies. J Nutr Health Aging. 2009;13(1):57-62. 17. Mann T, Tomiyama AJ, Westling E, Lew AM, Samuels B, Chatman J. Medicare's search for effective obesity treatments: diets are not the answer. Am Psychol. 2007;622(3):220-233. 18. MacLean PS, Wing RR, Davidson T, et al. NIH working group report: innovative research to improve maintenance of weight loss. Obesity (Silver Spring). 2015;23(1):7-15. 19. ABESO. Atualização das Diretrizes para o Tratamento Farmacológico da Obesidade e do Sobrepeso. http://www.abeso.org.br/uploads/ downloads/2/5521af637d07c.pdf Acessado em Fevereiro/2016.  20. Departamento de Obesidade da SBEM, ABESO - Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica. Informações científicas. http://www.endocrino.org.br/ posicionamento-oficial-sibutramina-obesidade/ Acessado em 10/3/2016.