Pontos-chave para o sucesso nas conversas.

Pontos-chave para o sucesso nas conversas

Ideias que ajudarão a otimizar as conversas sobre controle de peso

Chaves para conversas de sucesso

Pontos-chave para o sucesso nas conversas


Ideias que ajudarão a otimizar as conversas sobre controle do peso

Colaboração, aconselhamento e suporte médico de profissionais de saúde podem ajudar os pacientes a alcançarem uma perda de peso clinicamente significativa e duradoura.3 Estudos mostraram que conversas bem-sucedidas entre profissionais de saúde e pacientes ajudam os pacientes a terem mais sucesso com suas metas de perda de peso.1

 

A conversa de peso pode ser incômoda, o que faz com que as escolhas de palavras sejam especialmente importantes.2 Outras estratégias de comunicação, como ouvir ativamente, empatia e encorajamento podem produzir resultados de saúde positivos para os pacientes.3

 

Estudos ligam comportamentos de comunicação, como empatia, encorajamento e conversa psicológica com maior satisfação e adesão dos pacientes.3,4

 

Estudos mostraram que quando os médicos aconselham os pacientes com sobrepeso e obesidade a perderem peso, mudar seus hábitos alimentares ou se tornarem mais ativos, é mais provável que eles façam isso. Embora conversas frequentes com pacientes para controle de peso sejam úteis, é a qualidade das conversas que realmente levam a mudanças no comportamento.4

 

Existem alguns pontos-chave a serem incorporados nas suas comunicações com os pacientes sobre o controle de peso.
 

Comportamentos positivos de comunicação

Comportamentos positivos de comunicação

Melhores práticas baseadas em pesquisa que podem levar à melhores discussões

Comportamentos de comunicação positivos3
 

Estudos têm ligado certos comportamentos verbais com a satisfação do paciente, respeito, compreensão e uma visão positiva de seu relacionamento com seu profissional de saúde. De acordo com um estudo realizado em 2002 por Beck et al publicado no Journal of the American Board of Family Practice, comportamentos verbais positivos incluem:3:

  • Empatia
  • Cortesia
  • Simpatia
  • Reafirmação
  • Apoio
  • Incentivo
  • Respeito aos questionamentos dos pacientes
  • Conceder explicações
  • Reforço positivo
     
Abordando o preconceito com o peso
Abordando o Preconceito com o Peso

Abordando o Preconceito com o Peso

Otimização do ambiente de cuidado para reduzir os estigmas relacionados com o peso

Abordando o proconceito com o peso


Pesquisas indicam que os pacientes com excesso de peso se sentem estigmatizados em muitas áreas da sua vida, incluindo ambientes de cuidados à saúde.5 A linguagem que você usa e seu ambiente são dois componentes-chave para controle de peso bem-sucedido. Para promover interações bem-sucedidas com seus pacientes, é importante considerar o seguinte checklist6:
 

Perguntas para consideração

Perguntas para
consideração

Autorreflexão sobre atitudes sobre peso

Perguntas para consideração


Faça a si mesmo algumas perguntas para avaliar a sua atitude em relação aos pacientes com excesso de peso

  • Como eu me sinto quando trabalho com pacientes de diferentes tamanhos de corporais e excesso de peso?
  • Eu faço julgamentos sobre o caráter, inteligência ou capacidade de uma pessoa com base, únicamente, no seu peso ou aparência?
  • Considere a sua linguagem corporal ao discutir o peso com seus pacientes. Seus braços estão cruzados sobre seu peito? Você faz algum gesto empatico, como um tapinha no ombro ou joelho dele? Você está de pé ou sentado?
  • Ao discutir o peso com um paciente, estou utilizando linguagem centrada na pessoa e evitando rótulos e termos críticos?
     
Terapia comportamental


Referências:

1. World Health Organization. Obesity: preventing and managing the global epidemic. Report of a WHO consultation. World Health Organ Tech Rep Ser. 2000;894:1-253. 2. American Medical Association. AMA adopts new policies on second day of voting at annual meeting. http://www.ama-assn.org/ama/pub/news/news/2013/2013-06-18-new-ama-policies-annual-meeting.page. Accessed March 11, 2015. 3. Mechanick JI, Garber AJ, Handelsman Y, Garvey WT. American Association of Clinical Endocrinologists' position statement on obesity and obesity medicine. Endocr Pract. 2012;18(5):642-648. 4. Allison DB, Downey M, Atkinson RL, et al. Obesity as a disease: a white paper on evidence and arguments commissioned by the Council of the Obesity Society. Obesity. 2008;16(6):1161-1177. 5. Jensen MD, Ryan DH, Apovian CM, et al; American College of Cardiology/American Heart Association Task Force on Practice Guidelines; Obesity Society. 2013 AHA/ACC/TOS guideline for the management of overweight and obesity in adults: a report of the American College of Cardiology/American Heart Association Task Force on Practice Guidelines and The Obesity Society. J Am Coll Cardiol. 2014;63(25 pt B):2985-3023. 6. Ng M, Fleming T, Robinson M, et al. Global, regional, and national prevalence of overweight and obesity in children and adults during 1980-2013: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2013. Lancet. 2014;384(9945):766-781. 7. Guh DP, Zhang W, Bansback N, Amarsi Z, Birmingham CL, Anis AH. The incidence of co-morbidities related to obesity and overweight: a systematic review and meta-analysis. BMC Public Health. 2009;9:88. 8. Must A, Spadano J, Coakley EH, Field AE, Colditz G, Dietz WH. The disease burden associated with overweight and obesity. JAMA. 1999;282(16):1523-1529. 9. Li C, Ford ES, Zhao G, Croft JB, Balluz LS, Mokdad AH. Prevalence of self-reported clinically diagnosed sleep apnea according to obesity status in men and women: National Health and Nutrition Examination Survey, 2005-2006. Prev Med. 2010;51(1):18-23. 10. Bhaskaran K, Douglas I, Forbes H, dos-Santos-Silva I, Leon DA, Smeeth L. Body-mass index and risk of 22 specific cancers: a population-based cohort study of 5.24 million UK adults. Lancet. 2014;384(9945):755-765. 11. Prospective Studies Collaboration, Whitlock G, Lewington S, et al. Body-mass index and cause-specific mortality in 900 000 adults: collaborative analyses of 57 prospective studies. Lancet. 2009;373(9669):1083-1096. 12. Hopman WM, Berger C, Joseph L, et al. The association between body mass index and health-related quality of life: data from CaMos, a stratified population study. Quad Life Res. 2007;16(10):1595-1603. 13. Finkelstein EA, Trogdon JG, Cohen JW, Dietz W. Annual medical spending attributable to obesity: payer- and service-specific estimates. Health Aff (Millwood). 2009;28(5):w822-w831. 14. Obesity Education Initiative; National Heart, Lung, and Blood Institute; National Institutes of Health; US Department of Health and Human Services. Clinical Guidelines on the Identification, Evaluation and Treatment of Overweight and Obesity in Adults: The Evidence Report. Bethesda, MD: National Institutes of Health; 1998. NIH publication 98-4083. 15. IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa Nacional de Saúde 2013. http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv94074.pdf. Acessado em Fevereiro/2016. 16. Sydall HE, Martin HJ, Harwood RH, Cooper C, Sayer AA. The SF-36: a simple, effective measure of mobility-disability for epidemiological studies. J Nutr Health Aging. 2009;13(1):57-62. 17. Mann T, Tomiyama AJ, Westling E, Lew AM, Samuels B, Chatman J. Medicare's search for effective obesity treatments: diets are not the answer. Am Psychol. 2007;622(3):220-233. 18. MacLean PS, Wing RR, Davidson T, et al. NIH working group report: innovative research to improve maintenance of weight loss. Obesity (Silver Spring). 2015;23(1):7-15. 19. ABESO. Atualização das Diretrizes para o Tratamento Farmacológico da Obesidade e do Sobrepeso. http://www.abeso.org.br/uploads/ downloads/2/5521af637d07c.pdf Acessado em Fevereiro/2016.  20. Departamento de Obesidade da SBEM, ABESO - Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica. Informações científicas. http://www.endocrino.org.br/ posicionamento-oficial-sibutramina-obesidade/ Acessado em 10/3/2016.